Sinto-me exausta, estou farta de tentar perceber o que não consigo e o que provavelmente não á nada para perceber, a verdade é que dizem que a esperança é a ultima a morrer, mas a minha… a minha parece que de certa forma não acaba mas sim que cresce, peço-te uma coisa, pode ser? Pára com isso, pára com os olhares, pára com as falsas réstias de esperança que um dia pode voltar a ser o que era, mas pára mesmo, eu não aguento mais, o meu pequeno músculo não aguenta mais e ele não quer ficar novamente partido em mais de mil e um bocadinhos para depois lentamente se voltarem a juntar a todo o custo. Quero mesmo parar de me magoar a mim mesma, sim porque alguma vez ficas-te magoado com o que passou? Pois, parece que nunca vou saber, se quero? Sim, não me importava de saber. Se ia mudar alguma coisa? Queres que seja sincera? Então olha respondo-te que não sei e não sei porque simplesmente cansei-me de pensar. Estes últimos dias tem sido cansativos, não apenas fisicamente, mas emocionalmente também, a minha cabeça não pára de pensar e o meu coração a crer mais e a não ter, é difícil sabes? E o pior de tudo é que dói e dói muito, a cabeça nunca sabe se interpreta bem ou mal a situações e o coração… o coração apenas sobrevive sim, porque ele já não vive, não o quero entregar a ninguém para tomar conta dele, porque quem eu queria que tomasse conta dele provavelmente não quer e o que poderia acontecer era magoa-lo outra vez, era bem provável que isso acontece-se, sabes não gosto de sofrer, acho que ninguém gosta, mas eu já sofri, sofri e ninguém quis saber, ou seja, basicamente sofri em silencio por vezes parece que é o que faço melhor, mas… mas depois vem sempre o «mas» e o que era de nos sem esses «mas» eles aparecem sempre, ele e as «…» e as «,» e nós estamos em qual deles? Pois, também não sei. Apenas sei que gos… desculpa, mas já não tenho forças suficientes para acabar de escrever o sentimento que nutro ou nutria por ti, mais uma coisa que não sei. Basicamente, sei que nada sei.
Mostrar mensagens com a etiqueta j. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta j. Mostrar todas as mensagens
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Não podia deixar de vir aqui sem dizer o quão engraçada foi a tua expressão, ontem de manhã, quando fui ter com uma amiga ao bar da escola, e por ironia do destino ou não tu estavas atrás dela. Quando me aproximei dela ficas-te nem sei bem como explicar, sem reacção? Não me lembro bem de nenhuma outra palavra para especificar como ficas-te. De um momento para o outro não paras-te de te mexer de um lado para o outro e deixas-te de olhar para a frente, e pergunto-me porquê, será porque se voltasses a olhar para a frente eu e as minha amigas ficaríamos no teu ângulo de visão? Mas no meio disso existiu um aspecto positivo, voltei a ouvir a tua voz de perto. Mudou imenso, sabias? Ou então não, pode ter sido apenas impressão minha por não ouvi-la há algum tempo, mas mesmo assim acalmou-me a alma. Mas, apesar da tua voz me ter acalmado a alma á coisas que por muito que tente não me saem da cabeça, e o facto de não teres parado de andar de um lado para o outro, de teres deixado de olhar para a frente e mais algumas coisas, mas estas são só algumas delas. Começo a por a hipótese de estar a ficar maluca e de isto tudo não passar apenas de "ilusões" da minha cabeça. Mas será possível a minha cabeça perceber todas as situações ao contrário do que realmente elas são?
sábado, 12 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Hoje vamos fazer tudo de maneira diferente, pode ser meu amor? Chega de desprezo, chega de duvidas, chega de medos, chega de palavras não ditas, simplesmente chega! Hoje não me vou importar com o que os outros pensam de nos, não me vou importar se faço as coisas bem ou mal, não me vou importar com o que vão dizer, hoje só me vou importar contigo. Hoje vou dizer-te tudo o que tenho para te dizer á tanto tempo, mas sabes, quando chega a hora de falar parece que a boca se fecha, mas hoje não vou permitir isso. Li num sitio que somos nos que fazemos com que as situações que vivemos sejam fáceis ou difíceis, então a partir de hoje para ti, vai ser sempre tudo fácil. Pfs, como se fosse tudo assim tão fácil, mas também connosco quase nada foi fácil, a partir do momento que somos teimosos e bastante orgulhosos é que nem vale a pena dizer mais nada, porque só por ai acho que esta tudo dito. Hoje quero ser eu contigo, não quero ter que esconder que voltei a falar contigo. Mas, meu amor não me interpretes mal, não penses que o faço por ter vergonha ou algo do género, mas é que não tem nada a ver com isso, simplesmente não gosto quando começam a fazer muitas perguntas sobre a minha vida e assim. Fica a saber desde já que nunca deixei de pensar em ti um único dia que seja e que ainda me “afectas”. Sinceramente estou farta de viver assim, sou sempre tão fria e insegura que só quando perco as pessoas é que percebo o quanto gostava delas e o quanto elas me fazem falta. Sabes o que é que eu queria agora mesmo mesmo? Queria que o meu telemóvel ou o meu computador desse sinal de mensagem e essa mensagem ser tua, era sinal que ainda te lembravas de mim e que ainda era importante para ti nem que pouco que fosse. E sei que quase nunca ou mesmo nunca tomava a iniciativa para dizer que gostava muito de ti, mas não era por não gostar, é apenas porque de certa forma sou um pouco fria e isso também se torna num género de protecção para não me “agarrar” demasiado a uma pessoa e depois acontecer o que nos aconteceu, apenas estou farta de sofrer por perder e me afastar das pessoas de que gosto, mas quero que saibas que de todas as vezes que disse que também gostava de ti era verdade, e isso não é segredo, pelo menos para ti e isso devias saber.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Um ano, doze meses, tresentos e sessenta e cinco dias, muitas horas e ainda mais minutos. Mas sabes? Pensei e repensei muito em se deveria ou não escrever isto, cheguei a conclusão que sim. Que deveria faze-lo, não apenas para libertar uma parte do que sinto mas para também me tentar libertar de tudo o que aconteceu ao longo deste tempo todo. Ao olhar para trás parece que foi ontem que tudo isto aconteceu e começou, mas não, foi á um ano... um ano tem muitos dias, e agora pergunto-te desses dias todos em quantos pensas-te em mim, quantas vezes pensas-te no que me disses-te de bom ou de mau, não importava, quantas vezes pensas-te nas atitudes que tives-te para comigo? Não vou dizer que nunca o fizes-te porque nem eu acredito muito nisso, eu sei que não és tão insensível ao ponto de nunca o teres feito. A "culpa" de ter tido o desfeicho que teve por agora não foi apenas tua, até porque eu sei que as minhas atitudes tal como as tuas nem sempre foram as melhores, também disse coisas da boca para fora e de cabeça quente. E digo "por agora" pois não aguentamos muito tempo juntos, talvez seja por termos feitios parecidos, ambos somos teimosos, e o nosso orgulho é muito grande e não gostamos de o por de lado, mas eu já o fiz por ti, mas podes ter a certeza que não o volto a fazer, pois para variar não aguentámos muito tempo juntos. És muito instável, sabes? Nunca sei bem o que esperar de ti. Com isto tudo já nem sei bem mais o que dizer, por isso acho que vou ficar por aqui...
E acabo este texto com reticencias pois porque ainda não sei como é que esta história vai acabar, ou se já acabou.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Não sabia como estava a noite lá fora, só sabia que estava a dividir o mesmo espaço contigo e com mais duas pessoas. Essas mesmas pessoas ja tinham adormecido a algum tempo, deveria ser perto da meia noite uma da manha, eu nao conseguia dormir e pelo que conseguia ver pelo canto do meu olho tu também nao conseguias, numa das vezes em que olhava discretamente para ti apanhaste-me, fiquei envergonhada e baixei o olhar, esboças-te um sorriso e perguntaste-me se nao conseguia dormir eu respondi-te que nao e perguntei-te o mesmo e tu também disses-te que nao conseguias dormir e perguntaste-me porque é que eu nao conseguia dormir eu respondi-te porque nao parava de pensar e mais uma vez perguntei-te porque é que também nao conseguias dormir, respondeste-me com a maior 'lata' que nao conseguias dormir porque nao conseguias parar de pensar em mim, corei um pouco e voltei a baixar o olhar envergonhada, voltas-te a espoçar um sorriso. Por alguns segundos houve um silencio, mas por estranho que paresse-se nao foi constrangedor e rapidamente o interronpes-te ao pedir-me para me ir sentar ao pé de ti, para continuar-mos a falar sem fazer tanto barrulho, instintivamente sem pensar, levantei-me e fui sentar-me a teu lado quando me sentei soltas-te uma pequena gargalhada e eu perguntei-te o que é que tinha graça para te estares a rir e respondeste-me que eu estava corada e que ja nao te lembravas de como o meu sorriso fazia os meus olhos brilharem e também disses-te que adoravas ver os meus olhos brilhar sem saber o que dizer sorri apenas, olhaste-me nos olhos e inesperadamente abraçaste-me e sussuras-te ao meu ouvido "ainda te estava a dever um á algum tempo" estava tao feliz, ja estava a espera dele a tanto tempo que ja pensava que ele ja se tinha esquecido dele, mas para meu espanto estava enganada, estivemos abraçados durante alguns minutos quandos nos 'separamos' sorri, e confessei-te que pensava que ja te tinhas esquecido, ao dizer isto deitei-me e tu ainda ficas-te sentado, viraste-te para mim e olhaste-me nos olhos durante algum tempo e perguntei-te se tinha alguma coisa na cara, sorris-te chamaste-me tonta e disses-te que nao tinha nada na cara e que estava linda como sempre, fiquei envergonhada mais uma vez e sorri, derepente e do nada disses-te que te apetecia beijar-me e eu perguntei-te porque nao o fazias, sorris-te e beijaste-me demoradamente, com isto ja eram perto das três na manha concordamos em ir dormir pois iriamos acordar cedo para irmos para a praia com os restantes, quando me estava a levantar para ir dormir pegas-te na minha mao e pediste-me para dormir ao pé de ti, eu sorri, e deitei-me ao pé de ti, disse-te que teria de me levantar mais cedo para nao nos apanharem, tu sorris-te pois gostavas de toda esta adrenalina e disses-te que iria ser dificil estares ao pe de mim sem me poderes agarar, abracar e fazer-mos o que nos apetece-se juntos, com isto poses-te o teu braço a minha volta para estar mais perto de ti, acariciaste-me a cara deste-me um leve beijo na testa e outro nos meus labios, entrelacas-te os teus dedos nos meus e adormecemos assim agarrados um ao outro. Hoje quando acordei nao senti o teu braço a envolver-me nem os teus dedos entrelaçados nos meus, com a ausencia destas olhei para um lado e depois para o outro e tu nao estavas lá e apercebi-me que tudo nao tinha passado de um sonho. Um sonho que podia ter sido real, mas nao foi.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Confesso que pensei que ai ser mais facil, muito mais facil. Pensei que agora como nao te vejo, pelo menos com tanta regularidade como te via, ia ser mais facil tirar-te de uma vez da minha cabeça, que ia ser mais facil esquecer-te e que ia ser mais facil apagar todas as memorias que tenho de ti, mas a verdade é que estava enganada. Completamente enganada. Cada vez se esta a tornar mais dificil esquecer-te e cada vez penso mais em ti, está a ser tudo ao contrario do que pensava.
domingo, 19 de junho de 2011
Amanha vai ser diferente, a minha rotina vai mudar em todos os aspectos. As segundas era o dia em que raramente te via, mas por vezes havia excepções, nem que fosse apenas por uma fracção de segundos, via-te, e quando te via esses mesmos segundos eram capazes de mudar o meu dia e mudavam, mudavam para melhor. Mas amanha nem por meros segundos te vou ver, e se te voltar a ver durante o verão é por sorte, muita sorte. Algo que ultimamente não tem querido muita coisa comigo. Mas quem sabe? Pode ser que agora mude.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Já tenho andado a pensar em escrever para ti, mas de todas as vezes em que comecei a escrever um texto acabo sempre por rasga-lo. Talvez não mereças que perque mais do meu tempo contigo, talvez não mereças as minhas palavras, não sei mas mesmo assim vou arriscar, vou juntar letras para formar palavras e vou juntar essas palavras para formar frases e depois juntar tudo para formar um texto, não me vou preocupar se vai ficar bonito, simplesmente vou escrever como há muito já não faço. Hoje de manha quando acordei não me apeteceu levantar logo, peguei no ipod para ouvir musica e quando o liguei vi o dia, é domingo, não dei importância e comecei a ouvir música, quando tinha a mente vazia, veio-me outra vez o “domingo” a cabeça e lembrei-me da minha, tua, nossa rotina de domingo. Acordavas-me, e por estranho que parecesse não me importava, mesmo sendo o único dia em que podia dormir até tarde sem ninguém me chatear. Tu acordavas-me e eu gostava, era a melhor forma de acordar de sempre, com uma mensagem tua. Ficava algum tempo na cama a falar contigo, e nada nem ninguém conseguia tirar-me o sorriso da cara quando recebia uma mensagem e via que era tua, gostava e continuou a gostar, mas nem sempre é possível e ultimamente não tem sido possível de todo.
(15-5-2011)
Subscrever:
Mensagens (Atom)










