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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
(inventado)
Hoje sentei-me na janela do meu quarto, o dia parecia crer fazer cara feia, mas o sol ganhou a toda aquela escuridão e a todas aquelas nuvens e o dia tornou-se lindo e sorridente. Mas porque é que também não é assim na minha vida? Pergunto-me várias vezes, mas também obtenho sempre a mesma resposta, ou seja, nenhuma. Parece que tudo isto não passa de um ciclo vicioso, e o pior é que quanto mais nos tentamos afastar dele, mais ele se aproxima de nós. Olhei á minha volta e deparei-me na confusão em que o meu quarto se encontrava, nunca percebera porque é que demorava tanto tempo a arruma-lo e tão pouco a desarruma-lo, mas apesar disso decidi dedicar-me a isso mesmo, á arrumação do meu quarto. Enquanto o arrumava encontrei uma pequena caixa, não me recordava dela, voltei a sentar-me na minha janela e abri a caixa, e pensei "bem, como és antiga" aparentemente, apenas tinha alguns papeis soltos, alguns deles até estavam um pouco sujos, talvez encontrados no meio da rua, por muito que tentasse não me estava a lembrar deles, até que li um e percebi o que eram. Aqueles papeis eram de alguns anos atrás, não muitos, apenas um ou dois, mas aqueles papeis tinham um significado para mim, eram de quando eu expressava os meus sentimentos a qualquer hora e em qualquer lugar, quando os sentia escrevia-os, para mim tinham de ser escritos no momento, se não não tinham o mesmo significado, parecia que não eram verdadeiros, por isso pegava em pequenos papeis que rasgava das folhas dos meus cadernos ou que encontrava no momento e escrevia e quando chegava a casa punha naquela pequena caixa. Hoje ao recordar todos estes pequenos momentos de mim, vejo como tudo pode mudar em pouquíssimo tempo, e oh, como eu sou perita nisso, mas raramente mudam para o que eu quero. E como eu gostava que um raio de sol mudasse a minha vida, tal como mudou o dia.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
(inventado)
Já passou tanto tempo desde a última vez que nos vimos. Exactamente 53 dias. Neste momento deves estar a perguntar-te como é que eu sei exactamente todos os dias que passaram desde a última vez que estivemos juntos, não penses mais meu querido, eu digo-te, contei-os a todos. Contei e continuou a contar cada dia que passa, a razão pela qual eu faço isso é porque é a prova de que a nossa amizade é mais forte do que a distancia que nos separa, é a prova que não te esqueci, é a prova que ao passar destes longos 53 dias eu ainda penso em ti e que cada dia que passa tenho mais um bocadinho de saudades tuas, saudades essas que quando não cabem no meu coração pequenino escorrem pela minha face, cada vez que isso acontece esboço um sorriso, nem pequenino que seja, apenas o faço porque não são lágrimas de tristeza que me escorrem pela face, mas são lágrimas de saudades. Saudades tuas. Todos os dias me pergunto como estarás, se estas a gostar da faculdade, se já fizes-te muitos amigos novos, se já arranjas-te mais uma ou duas das tuas conquistas, ou simplesmente e o que mais me assusta, se já encontras-te alguém para me substituir na tua vida. Já não me dizes nada a alguns dias e desde esse dia esse meu medo e as saudades têm cada vez aumentando mais e mais e começam a não caber no meu coração, por isso tenho chorado algumas noites em que as saudades mais apertam. Apenas no último dia em que estivemos juntos antes da tua partida é que me disseste-me qual era o teu medo, e por incrível que pareça temos o mesmo medo, de nestes longos meses em que vamos estar separados encontrar-mos alguém que “ocupe” o lugar um do outro em nas nossas vidas. Sabes? O teu lugar contínua no mesmo sítio e intacto, não vou permitir que ninguém o ocupe. A cada dia que passa sinto mais a falta das tardes, dos dias inteiros dos momentos, de tudo o que passamos juntos e ainda vamos passar. Nunca te esqueças que és o melhor amigo do mundo e que eu gosto muito de ti de todos as maneiras e cores daqui até á lua e da lua até aqui,
Beijinho na testa ♥
quarta-feira, 13 de julho de 2011
(inventado)
Este deve ser só mais um daqueles inúmeros textos sem fim que jé te escrevi mas que nunca les-te. Nunca te falei deles, é verdade, mas também não foi por mal apenas pensei que uma pessoa como tu nunca se iria interessar por meros textos meus.
Ultimamente tenho pensado muito sobre nós e até onde "isto" que nem sei bem o que é nos vai levar. Como sempre te disse e continuou a dizer eu gosto verdadeiramente de ti e tenho muito, mas mesmo muito medo de te perder. Isto, porque podes ter todas as raparigas que quizeres e escolheste-me a mim, por vezes ainda penso que isto tudo não passa de um sonho, um lindo e maravilhoso sonho. Hoje como em tantos outros dias estivemos juntos e como sempre foi tudo tao perfeito, aliás, contigo é sempre tudo perfeito que até parece que estou a sonhar. Estivemos no nosso jardim onde tudo começou, fazes-me sentir tão bem, a pessoa mais amada á face da terra. Ainda nem á uma hora me despedi de ti e já estou a morrer de saudades tuas, saudades dos teus abraços, dos teus beijos, das tuas mãos entrelaçadas nas minhas, de tudo, mas principalmente tuas. As minhas amigas dizem ter inveja de mim por eu ter um namorado como tu, como elas dizem o melhor do mundo. Mal entrei em casa mandei-te uma mensagem a dizer que te amava mais do que ontem e muito menos do que amanha, a agradecer a tarde maravilhosa que passamos e a dizer que eras o melhor namorado do mundo, que eras o homem da minha vida, e tu respondeste-me com uma mensagem mil vezes melhor dizendo que eu era a rapariga dos teus sonhos, a mulher da tua vida e que nunca me querias perder e que ainda sentias o meu cheiro na tua roupa e que adoravas. São estas pequenas coisas que para algumas pessoas podem ser insignificantes mas que para mim não são e que me fazem cada vez gostar ainda mais de ti.
Amo-te e não te quero perder,
sempre tua ♥
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