Desde que criei este meu cantinho, sempre tive algum receio de que alguém do meu "dia-a-dia" o descobrisse. Não por vergonha, mas por ser um género de escape onde eles não entrem directamente. Um espaço meu, mas ao mesmo tempo vosso, que estão desse lado, mas que não me conhecem nem eu vos conheço pessoalmente.
Ultimamente, tenho pensado mais neste assunto, como consequência, algumas coisas vão mudar por aqui. Entre elas, o meu "nome", o nome do blog e o respectivo link. Gostaria que os que estão interessados em continuar a acompanhar este meu espaço, deixem um comentário, para mais tarde, quando tudo estiver alterado vos possa informar do novo link.
Peço desculpa pelo incómodo, e espero que compreendam.
Obrigada,
a ainda Filipa.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Recebi este selo do blog da Wendy.
Muito obrigada! :)
Regras do Selo:
1. Dizer três dos teus doces preferidos.
2. Dizer os três últimos doces que comeste.
3. Passar a três blogs muito docinhos.
2. Dizer os três últimos doces que comeste.
3. Passar a três blogs muito docinhos.
Respostas:
1. Bolo de bolacha, pastéis de Belém e Ben and Jerry.
2. Bolo de bolacha, carambar e salame.
3. Vou passar este selo à alexandrapinto. , à @lice e à Dione.
2. Bolo de bolacha, carambar e salame.
3. Vou passar este selo à alexandrapinto. , à @lice e à Dione.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
Odeio desfazer malas(!), o que também quer dizer que estou de volta a Lisboa.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
É
triste quando temos de voltar a sítios onde outrora já nos rimos e fomos
felizes, mas que da última vez nada disso existiu e onde só houve lugar para
tristeza e lágrimas. Hoje foi um dia desses. Os cerca de vinte minutos que
distanciam Ponte da Barca de Godinhaços foram quase como um déjà-vu. Sabia perfeitamente que já quase nada estava como eu me
lembrava, mas agora era muito mais real. Duas pessoas tinham “desaparecido” e
não iam voltar. Na verdade foram três, mas apenas duas delas, de certa forma, tinham
feito parte da minha infância. As quais já eram quase como uns terceiros avós
para mim. Primeiro, foi um no verão e a esse presenciei tudo, a tristeza da
minha madrinha e do pai dela. Para mim, ele era aquele tipo de pessoa alegre
que estava quase sempre a sorrir, e foi difícil vê-lo como estava. Soube á
pouco tempo que quando a minha madrinha veio passar o natal a Portugal, o pai
dela, que já estava muito doente na altura perguntou «o P. não vem cá passar o natal?». Não fomos, e agora uma parte de
nós arrepende-se porque, agora, nunca mais o voltaremos a ver. É triste saber
que morreram os dois do mesmo e de forma dolorosa. A parte “boa” (se é que ela
existe) de não ter lá estado e que a última vez que o vi, estava a esboçar um
sorriso, mesmo que por muito pequeno que fosse, e agora é assim que me lembro
dele.
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