domingo, 27 de novembro de 2011


Sinto-me exausta, estou farta de tentar perceber o que não consigo e o que provavelmente não á nada para perceber, a verdade é que dizem que a esperança é a ultima a morrer, mas a minha… a minha parece que de certa forma não acaba mas sim que cresce, peço-te uma coisa, pode ser? Pára com isso, pára com os olhares, pára com as falsas réstias de esperança que um dia pode voltar a ser o que era, mas pára mesmo, eu não aguento mais, o meu pequeno músculo não aguenta mais e ele não quer ficar novamente partido em mais de mil e um bocadinhos para depois lentamente se voltarem a juntar a todo o custo. Quero mesmo parar de me magoar a mim mesma, sim porque alguma vez ficas-te magoado com o que passou? Pois, parece que nunca vou saber, se quero? Sim, não me importava de saber. Se ia mudar alguma coisa? Queres que seja sincera? Então olha respondo-te que não sei e não sei porque simplesmente cansei-me de pensar. Estes últimos dias tem sido cansativos, não apenas fisicamente, mas emocionalmente também, a minha cabeça não pára de pensar e o meu coração a crer mais e a não ter, é difícil sabes? E o pior de tudo é que dói e dói muito, a cabeça nunca sabe se interpreta bem ou mal a situações e o coração…  o coração apenas sobrevive sim, porque ele já não vive, não o quero entregar a ninguém para tomar conta dele, porque quem eu queria que tomasse conta dele provavelmente não quer e o que poderia acontecer era magoa-lo outra vez, era bem provável que isso acontece-se, sabes não gosto de sofrer, acho que ninguém gosta, mas eu já sofri, sofri e ninguém quis saber, ou seja, basicamente sofri em silencio por vezes parece que é o que faço melhor, mas… mas depois vem sempre o «mas» e o que era de nos sem esses «mas» eles aparecem sempre, ele e as «…» e as «,» e nós estamos em qual deles? Pois, também não sei. Apenas sei que gos… desculpa, mas já não tenho forças suficientes para acabar de escrever o sentimento que nutro ou nutria por ti, mais uma coisa que não sei. Basicamente, sei que nada sei.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011


A segunda ronda de testes vai começar e mais uma vez vamos ter imensas coisas para estudar, pelo menos falo por mim. Bem, desejo-vos boa sorte e que consigam os resultados que desejam.

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Hoje tive um dia péssimo, cheguei a casa encharcada, depois de ter sobrevivido á chuva torrencial que se fez sentir, com direito a granizo e tudo.

sábado, 19 de novembro de 2011


Não podia deixar de vir aqui sem dizer o quão engraçada foi a tua expressão, ontem de manhã, quando fui ter com uma amiga ao bar da escola, e por ironia do destino ou não tu estavas atrás dela. Quando me aproximei dela ficas-te nem sei bem como explicar, sem reacção? Não me lembro bem de nenhuma outra palavra para especificar como ficas-te. De um momento para o outro não paras-te de te mexer de um lado para o outro e deixas-te de olhar para a frente, e pergunto-me porquê, será porque se voltasses a olhar para a frente eu e as minha amigas ficaríamos no teu ângulo de visão? Mas no meio disso existiu um aspecto positivo, voltei a ouvir a tua voz de perto. Mudou imenso, sabias? Ou então não, pode ter sido apenas impressão minha por não ouvi-la há algum tempo, mas mesmo assim acalmou-me a alma. Mas, apesar da tua voz me ter acalmado a alma á coisas que por muito que tente não me saem da cabeça, e o facto de não teres parado de andar de um lado para o outro, de teres deixado de olhar para a frente e mais algumas coisas, mas estas são só algumas delas. Começo a por a hipótese de estar a ficar maluca e de isto tudo não passar apenas de "ilusões" da minha cabeça. Mas será possível a minha cabeça perceber todas as situações ao contrário do que realmente elas são?

terça-feira, 15 de novembro de 2011


                   E hoje foi mais uma das minhas tardes cansativas dedicadas á matemática.

sábado, 12 de novembro de 2011



Deixa-me voar como os pássaros. Deixa-me ser livre como o mar e o vento. (...) Ou então não, deixa-me apenas junto do teu peito sentindo a tua respiração e os teus batimentos cardiacos envolvendo-me nos teus braços sem me deixares partir.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011


"Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera. Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é? A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera? E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo." Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


Juro que por muito que tente são poucas as vezes que te compreendo, dizes umas coisas e fazes outras.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011



E hoje o just my way faz seis meses, ou seja, meio ano de "vida". Obrigada a todos os meus lindos seguidores, e mesmo aqueles que não seguem mas que têm acompanhado o desenvolvimento do blog.